Frei João d'Ascensão

Frei João d'Ascensão

Ascender por D’Ascensão
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Ascender por D’Ascensão

<p style="text-align:justify;">Frei João d'Ascensão é uma página em aberto.</p> <p style="text-align:justify;">Convoca-nos, portanto, impele-nos à pesquisa possível e à escrita consequente, sumida ela seja.</p> <p style="text-align:justify;">Sabemos que pouco após a sua morte se elaborou uma biografia, porque assim o requeresse a démarche de beatificação, que esperançosamente foi iniciada, mas que não foi concluída, para pesar nosso, não estando nós, ademais, em capacidade de perseguir a pista dos trâmites levados a efeito.</p> <p style="text-align:justify;">Biografia, na ausência da qual adquire visibilidade um maço desenvolto de apontamentos, conservado no Arquivo Distrital de Braga, não assinado e de proveniência não estabelecida, que no presente trabalho se trás à luz, tal como o encontramos, com as suas lacunas e redundâncias. Texto de um próximo, não de um literato, texto de um discípulo ou figura afecta, não de um historiador versado nas técnicas de melhor exaltar um herói que se retrata.</p> <p style="text-align:justify;">Página em aberto que acolhe o que cada um de nós queira gravar, a tanto bastando que o recordemos em oração ou que o invoquemos em transe conturbado de nossas vidas, porque lhe confiemos a faculdade de nos ouvir em nossos corações, porque lhe seja dado infundir-nos confiança e determinação, lucidez e perseverança, à semelhança do que em vida revelou.</p> <p style="text-align:justify;">Frei João d'Ascensão como paradigma palpável de Fé, porque de mão dada mais suaves se façam os caminhos, porque careçamos nós de ascender quanto mundos nossos se façam rasos, despidos, incaracterísticos. Precisamos de ascender, quanto o bastião cristão vai sofrendo vagas de assalto. Precisamos de ascender, para não perdermos pé. Precisamos de ascender, para melhor vermos em volta, para com maior alcance perscrutarmos o passado, quanto de outro fôlego sondamos o futuro.</p>
Preço 10,00 €
O Meu Diário no Carmo do...

O Meu Diário no Carmo do...

<p><span style="font-size:10pt;font-style:normal;">No primeiro livro desta trilogia (intitulado <em>Primeiras Impressões</em>), o autor relatou a sua chegada à cidade de Braga, em janeiro de 2002. No fundo, estava mergulhado num processo de sanação curando-se de vários conflitos e situações dolorosas que haviam sobrevindo à sua vida nos últimos anos. </span></p> <p><span style="font-size:10pt;font-style:normal;">No segundo livro do seu Diário intitulado <em>Entre-ver</em>, ao autor está inmerso num caminho com muitas dificuldades, tentativas e erros, não sem dor e dúvidas, no qual a esperança começa a florir na sua vida, a meio da noite. </span></p> <p><span style="font-size:10pt;font-style:normal;">Finalmente, neste terceiro e último volume,<em> Subida Ao Monte Carmelo</em>, o autor culmina o seu caminho pessoal para a luz, em razão do qual tera de atravessar as diversas cruzes que lhe foram saindo ao caminho.</span></p> <p><span style="font-size:10pt;font-style:normal;">Nesta viagem o autor ficou alojado no albergue do convento dos Carmelitas Descalços em Braga. À sua chegada, a comunidade estava a recuperar a figura de um carmelita do século XIX, Frei João d'Ascensão, popularmente conhecido por Fradinho. A sua figura está presente em todas as páginas deste diário como um fio condutor.</span></p>
Preço 9,00 €
O Meu Diário no Carmo do...

O Meu Diário no Carmo do...

<p><span style="font-size:10pt;font-style:normal;">No primeiro livro desta trilogia (intitulado Primeiras Impressões), o autor relatou a sua chegada à cidade de Braga, em janeiro de 2002. Ali chegado por motivos de trabalho, encontrava-se, no fundo, a percorrer uma viagem diferente: estava mergulhado num processo de sanação curando-se de vários conflitos e situações dolorosas que haviam sobrevindo à sua vida nos últimos anos. </span></p> <p><span style="font-size:10pt;font-style:normal;">Este segundo livro do seu Diário intitula-se Entre-ver. Com muitas dificuldades, tentativas e erros, não sem dor e dúvidas, este é um caminho no qual a esperança começa a florir na sua vida, a meio da noite. Quem se adentrar nas páginas deste Diário viajará acompanhando o autor que conduz imerso no nevoeiro, apesar de só conseguir ver o troço de estrada imediatamente à sua frente. </span></p> <p><span style="font-size:10pt;font-style:normal;">Nesta viagem das trevas para a luz, o autor ficou alojado no albergue do convento dos Carmelitas Descalços em Braga. À sua chegada, a comunidade estava a recuperar a figura de um carmelita do século XIX, Frei João d'Ascensão, popularmente conhecido por Fradinho. A sua figura está presente em todas as páginas deste diário como um fio condutor.</span></p>
Preço 9,00 €
Apresentando o Fradinho...

Apresentando o Fradinho...

<p>O venerando Carmelita Descalço Frei João d'Ascensão nasceu em São Romão de Neiva, Viana do Castelo, no dia 26 de outubro de 1787, e morreu em Braga, no dia 16 de março de 1861.Velam-se os seus restos mortais na Igreja do Carmo daquela multissecular cidade Arcebispal.O segredo da sua vida foi o de ter sido, como Jesus, um irmão, pai e mestre inteiramente dado aos outros. Ao longo dos seus dias, a muitos matou a fome de pão, a outros a fome de verdade e de saber, e a não poucos, de ternura e paz. Os Carmelitas Descalços de Portugal e a cidade de Braga guardam religiosamente a memória do coração bondoso do SANTO FRADINHO DO CARMO. E contigo a querem partilhar na esperança de que também possa iluminar os teus passos quando precisares.</p> <p>"Não tenhamos medo de ser santos, escancarando o coração a Jesus Cristo!" (D. José Manuel Cordeiro - Arcebispo Metropolita de Braga)</p>
Preço 10,00 €
O meu diário no Carmo do...

O meu diário no Carmo do...

<p>Víctor Marí é professor de comunicação e sua relação com as tecnologias na Universidade de Cádis, Espanha. Nos inícios de 2022 achegou-se a Braga para colaborar numa Universidade da região. Se na mala não trazia o desejo de escrever um diário, este foi-lhe nascendo junto aos pés da estátua de Frei João d’Ascensão, o Santo Fradinho do Carmo (1787 – 1861), que se encontra à entrada daquela igreja conventual.</p> <p>Poucos dias após da sua chegada passou a viver na hospedaria daquele convento e ali foi escrevendo O Meu Diário no Carmo do Fradinho. Escrito segundo as regras diarísticas este é uma declaração sobre a extensão e a profundidade da sua alma ferida e restaurada, o testemunho do seu percurso e do seu compromisso de fé, tanto pessoal como familiar, e um libelo contra o sistema universitário e o capitalismo em geral.</p> <p>Sem prejuízo de outras, O Diário tem pelo menos duas chaves de leitura: a sua impactante relação pessoal com a figura do Fradinho do Carmo, um místico exposto à intempérie, e a urgência de que alguém acolha o seu testamento espiritual.</p> <p>De notar que o encontro com o Fradinho sucedeu depois de ter passado por uma situação de vida ou de morte que o levou a submeter-se a uma operação de risco, e que o fez pensar se aquela seria a sua Hora!</p> <p>Este é, pois, um testamento espiritual escrito num momento de crise, a que sempre surge ao meio da vida.</p> <p>Este é ainda o livro um, de três.</p>
Preço 9,00 €