Frei João d'Ascensão

Frei João d'Ascensão

O Meu Diário no Carmo do...

O Meu Diário no Carmo do...

<p><span style="font-size:10pt;font-style:normal;">No primeiro livro desta trilogia (intitulado Primeiras Impressões), o autor relatou a sua chegada à cidade de Braga, em janeiro de 2002. Ali chegado por motivos de trabalho, encontrava-se, no fundo, a percorrer uma viagem diferente: estava mergulhado num processo de sanação curando-se de vários conflitos e situações dolorosas que haviam sobrevindo à sua vida nos últimos anos. </span></p> <p><span style="font-size:10pt;font-style:normal;">Este segundo livro do seu Diário intitula-se Entre-ver. Com muitas dificuldades, tentativas e erros, não sem dor e dúvidas, este é um caminho no qual a esperança começa a florir na sua vida, a meio da noite. Quem se adentrar nas páginas deste Diário viajará acompanhando o autor que conduz imerso no nevoeiro, apesar de só conseguir ver o troço de estrada imediatamente à sua frente. </span></p> <p><span style="font-size:10pt;font-style:normal;">Nesta viagem das trevas para a luz, o autor ficou alojado no albergue do convento dos Carmelitas Descalços em Braga. À sua chegada, a comunidade estava a recuperar a figura de um carmelita do século XIX, Frei João d'Ascensão, popularmente conhecido por Fradinho. A sua figura está presente em todas as páginas deste diário como um fio condutor.</span></p>
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Apresentando o Fradinho...

Apresentando o Fradinho...

<p>O venerando Carmelita Descalço Frei João d'Ascensão nasceu em São Romão de Neiva, Viana do Castelo, no dia 26 de outubro de 1787, e morreu em Braga, no dia 16 de março de 1861.Velam-se os seus restos mortais na Igreja do Carmo daquela multissecular cidade Arcebispal.O segredo da sua vida foi o de ter sido, como Jesus, um irmão, pai e mestre inteiramente dado aos outros. Ao longo dos seus dias, a muitos matou a fome de pão, a outros a fome de verdade e de saber, e a não poucos, de ternura e paz. Os Carmelitas Descalços de Portugal e a cidade de Braga guardam religiosamente a memória do coração bondoso do SANTO FRADINHO DO CARMO. E contigo a querem partilhar na esperança de que também possa iluminar os teus passos quando precisares.</p> <p>"Não tenhamos medo de ser santos, escancarando o coração a Jesus Cristo!" (D. José Manuel Cordeiro - Arcebispo Metropolita de Braga)</p>
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O meu diário no Carmo do...

O meu diário no Carmo do...

<p>Víctor Marí é professor de comunicação e sua relação com as tecnologias na Universidade de Cádis, Espanha. Nos inícios de 2022 achegou-se a Braga para colaborar numa Universidade da região. Se na mala não trazia o desejo de escrever um diário, este foi-lhe nascendo junto aos pés da estátua de Frei João d’Ascensão, o Santo Fradinho do Carmo (1787 – 1861), que se encontra à entrada daquela igreja conventual.</p> <p>Poucos dias após da sua chegada passou a viver na hospedaria daquele convento e ali foi escrevendo O Meu Diário no Carmo do Fradinho. Escrito segundo as regras diarísticas este é uma declaração sobre a extensão e a profundidade da sua alma ferida e restaurada, o testemunho do seu percurso e do seu compromisso de fé, tanto pessoal como familiar, e um libelo contra o sistema universitário e o capitalismo em geral.</p> <p>Sem prejuízo de outras, O Diário tem pelo menos duas chaves de leitura: a sua impactante relação pessoal com a figura do Fradinho do Carmo, um místico exposto à intempérie, e a urgência de que alguém acolha o seu testamento espiritual.</p> <p>De notar que o encontro com o Fradinho sucedeu depois de ter passado por uma situação de vida ou de morte que o levou a submeter-se a uma operação de risco, e que o fez pensar se aquela seria a sua Hora!</p> <p>Este é, pois, um testamento espiritual escrito num momento de crise, a que sempre surge ao meio da vida.</p> <p>Este é ainda o livro um, de três.</p>
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